Saliva artificial e lubrificantes orais

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dia16Temos discutido sobre a importância da saliva aqui em nossas páginas de Facebook e Instagram e também em nosso Blog (draceciliaaguiar.com.br/blog).

Em caso de baixa produção salivar (hipossalivação) e sensação de boca seca (xerostomia), a REGRA é que a causa deve ser tratada. Por exemplo, se for possível substituir um medicamento causador de xerostomia por outro fármaco, com efeito-colateral menor, este procedimento deve ser feito antes de se tentar qualquer outro procedimento ou prescrição.

Além disso, hoje existe uma gama de opções para manejo desses problemas, que incluem estímulos gustatórios, mastigatórios, físicos (como o laser e a eletroterapia), farmacológicos e até a acupuntura.

Contudo, em algumas circunstâncias a causa do problema não pode simplesmente ser eliminada, como acontece em casos de radioterapia em região de cabeça e pescoço, de doenças como a Síndrome de Sjögren ou de pacientes em intubados.

Para essas situações, os LUBRIFICANTES ORAIS são excelentes ferramentas para proporcionar conforto e saúde bucal. Esses produtos são compostos principalmente por água e sais minerais.

Além disso, alguns também contêm enzimas salivares, como a lisozima, a lactoferrina e a lactoperoxidase. Nesses casos, têm ação mais completa e podem ser chamados de “SALIVA ARTIFICIAL”.

Dentre as opções, podem ser em gel ou spray e existem as fórmulas industrializadas e as produzidas em farmácias de manipulação, com fórmula indicada pelo cirurgião-dentista.

É importante desfazer mitos: não causam efeitos colaterais, não geram dependência e não há contra-indicações. Esses produtos podem ser utilizados na boca várias vezes ao dia, sempre que a pessoa sentir necessidade.

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